Autor
Joaquim Amorim.
SINOPSE
Após os eventos de fraudes que causaram pesados prejuízos aos investidores, governos e trabalhadores, nos Estados Unidos e em outros países, os procedimentos para gerenciamento de risco evoluíram muito. Os acontecimentos citados no parágrafo anterior foram graves e preocuparam bastante o governo dos Estados Unidos, a ponto de reunir parlamentares do Partido Democrata, Senador Paul Sarbanes, e do Republicano, Deputado Michel Oxley, que criaram a Lei Sarbanes-Oxley, aprovada pelo congresso americano em 2002.
A Lei Sarbanes-Oxley instituiu diversas regras para prevenir fraudes e falhas que pudessem causar perdas e quebras de empresas de capital aberto, trazendo prejuízo para os acionistas, investidores, governo e empregados.
Uma parte importante que estamos tratando neste trabalho é o Gerenciamento de Riscos.
Parte dessa evolução do gerenciamento de riscos decorre de treinamentos de pessoal e desenvolvimento de sistemas.
Na parte de tecnologia da informação, foram necessárias grandes aplicações de recursos, muitas vezes, só possíveis nas grandes empresas.
O objetivo deste trabalho é mostrar aos empresários das micro e pequenas empresas que elas podem, também, adotar procedimentos eficazes de gestão de riscos a fim de proteger recursos financeiros, bens patrimoniais e reputação/imagem.
Quando uma empresa de pequeno porte está iniciando suas operações, seus proprietários conseguem manter controle sobre suas movimentações e pensam que gestão de risco não é algo necessário neste momento. Este, certamente, é o seu primeiro engano quando o assunto é riscos inerentes ao negócio.
Pensar e gerenciar os riscos é importante no sentido de prevenir e evitar acontecimentos que possam causar perdas financeiras, de clientes, de fornecedores e colaboradores, sem que a empresa tenha conhecimento antecipado dessas possíveis perdas e disponha de tempo e recursos suficientes para adotar providências que corrijam as falhas antes que as perdas se concretizem.